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Contra.ponto Cosmopolita IV: arte, natureza e movimento no Altitude Jardins por Artefacto

A quarta edição do ciclo de exposições de arte do empreendimento mais alto do Jardins apresenta cerca de 30 obras de 11 artistas em torno de um tema que dialoga diretamente com o projeto: as relações entre natureza, fronteiras, cidades e a vida humana, dedicando-se sobretudo ao movimento.

NoAltitude Jardins por Artefacto, arte e arquitetura sempre estiveram em conversa. Desde o primeiro ciclo da Contra.Ponto Cosmopolita, a curadoria da Inn Gallery ocupa o stand e o apartamento decorado com obras de arte contemporânea cuidadosamente selecionadas para ampliar a experiência de quem visita o espaço, transformando cada passagem por ali em algo além de uma visita.

A abertura contou ainda com o talk “Um clique com Claudio Edinger”, dedicado à relação entre cidades, arte e fotografia.

Continue a leitura completa abaixo.

Um acervo à altura do projeto

Os artistas que compõem esta edição têm trajetória em importantes circuitos da arte contemporânea, com presença nas principais feiras nacionais como SP-Arte e ArtRio, além de museus, pinacotecas e coleções no Brasil e no exterior.

Entre eles, estão Julio Bittencourt, nascido em São Paulo e formado entre a cidade e Nova York, com trabalhos publicados em The Guardian, Financial Times e The New Yorker, e Nino Cais, integrante da 30ª Bienal Internacional de São Paulo e presente no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo desde 2020, com uma produção que se destaca na arte brasileira.

A mostra está aberta para visitação no stand e no apartamento decorado do Altitude Jardins por Artefacto, oferecendo ao público a oportunidade de vivenciar a relação entre arte e arquitetura proposta pelo projeto.

Essa é uma das marcas do Altitude Jardins: a curadoria integra a experiência do empreendimento desde a concepção, reforçando a presença da arte como parte essencial do cotidiano.

Arte que se move com o espaço

O movimento que organiza esta edição não é apenas temático, ele se manifesta nas próprias escolhas técnicas e materiais dos artistas reunidos pela curadoria.

Natureza, cidades e vida humana aparecem aqui como matéria-prima. O movimento é a linguagem que os conecta.

Kilian Glasner, formado na École des Beaux Arts de Paris e vencedor do prêmio Rumos Visuais do Itaú Cultural, captura forças invisíveis em grandes formatos: ventos que esculpem dunas, atmosferas que giram, vegetação que regenera. Suas obras em pigmento puro e pastel seco sobre papel de algodão têm uma escala que conversa diretamente com os ambientes do Altitude Jardins por Artefacto. Renato Leal, que expõe regularmente desde 2004 em museus e galerias no Brasil e no exterior, encontra o movimento na geometria: tiras de papel colado se abrem em leque com precisão matemática, criando volumes que emergem do plano e convidam o olhar a percorrer cada detalhe.

Claudio Edinger, autor de 27 livros, vencedor de prêmios como o Leica Award e o Ernst Haas Award, com obras em coleções como MASP, LACMA e Itaú Cultural, traz vistas aéreas trabalhadas com foco seletivo que aproximam o que está distante. Ver São Paulo pelo olhar de Edinger, dentro de um empreendimento que oferece vistas de 360° da cidade a quase 1 km de altitude, cria uma sobreposição de perspectivas difícil de encontrar em outro lugar.

Natureza, memória e matéria

Outra camada da exposição se volta para dentro: o movimento da matéria que se transforma, do tempo que deixa rastros, da natureza que registra a memória da vida humana.

Angela Fernandes, brasileira residente da Ilha de São Miguel, em Portugal, reconstrói paisagens a partir da sobreposição e retirada de camadas de tinta, refazendo vistas por memória, num trabalho que transita entre pintura, escultura e instalação. Carolina Mancini, arquiteta especializada em sustentabilidade para ambientes construídos, trabalha com argila, terra e pigmentos naturais em peças que evocam a arquitetura vernacular brasileira: suas séries Impermanências e Transformação constroem painéis que parecem registrar as próprias estações do solo. Fernanda Valadares, mestre em Poéticas Visuais pela UFRGS e premiada pelo Salão Paranaense e pelo Açorianos, utiliza a encáustica, técnica milenar com cera de abelha e pigmento, para criar superfícies densas e translúcidas onde o tempo se sedimenta em camadas.

Olívia Lacerda, Viviana Ximenes e Bruno Weilemann Belo completam esse grupo com pesquisas que partem de lugares distintos. Entre elas, o estudo de plantas secas desenvolvido desde 2017, imersões criativas na Serra da Mantiqueira, e investigações realizadas no Parque Lage sobre como as imagens se formam e se reorganizam. Todas, no entanto, convergem para uma mesma pergunta sobre o que permanece quando o movimento passa.

Conheça o Altitude Jardins por Artefacto

Localizado no ponto mais alto de São Paulo, no coração do Jardins, o Altitude Jardins por Artefacto é o primeiro empreendimento da categoria REM Luxury Properties.

Com vistas panorâmicas de 360° no rooftop mais alto da cidade, o projeto reúne arquitetura assinada pela Aflalo/Gasperini, interiores pela Anastassiadis Arquitetos, paisagismo pela Soma Arquitetos, e ambientes e mobiliário assinados por Artefacto.

O primeiro branded residence com gestão CBRE no Brasil, com padrão de atendimento e serviços exclusivos inspirados nos melhores empreendimentos de luxo do mundo.


Um projeto irrepetível, com residências panorâmicas de 155 e 205 m² + Duplex de 310 e 410 m².

Venha visitar a exposição Contra.ponto Cosmopolita IV e conhecer o empreendimento. A entrada é gratuita e o espaço está aberto todos os dias, das 9h às 19h.

Alameda Jaú, 1990, Jardins, São Paulo
(Recepção: Rua da Consolação, 2662)

Para mais conteúdos, acesse o blog REM.


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